Robinho veste a camisa 11. Mas também tem feito o papel de camisa 10. Para o atacante, que vem sendo utilizado como armador durante as partidas da Seleção Brasileira, não é problema "trocar o chip" quando é necessário.
Com atuação apagada de Kaká na última terça, contra a Coreia do Norte, Dunga recorreu à tática de recuar Robinho para melhorara armação do Brasil.
- Quando eu estou no ataque, procuro me movimentar próximo da área, para que me deixem na cara do gol. Quando estou mais atrás, busco a bola no pé para deixar os outros na cara do gol. Na hora do jogo, tem de trocar um chip um pouco rápido - comentou o camisa 11, que concedeu entrevista coletiva nesta quinta, em Johannesburgo, ao lado de Nilmar.
O atacante está acostumado com a função graças à formação ofensiva adotada por Dorival Júnior no Santos.
- O Dunga treinou e eu estou adaptado. O Santos joga com três atacantes e eu volto. Eu sou sempre o que mais sai para buscar o jogo, mesmo com dois atacantes, fazendo tabela com Kaká e deixando o Luis centralizado - analisou.
Antes da resposta, Robinho não falou em adaptação plena. Mas deixou claro que vai jogar onde o treinador mandar.
- Para mim, não tem problema. Eu posso jogar na posição do Kaká. Não estou tão adptado, mas não vejo problema nenhum se o Dunga optar - afirmou.
Robinho deu passe preciso para o gol de Elano, o segundo do Brasil na vitória por 2 a 1 sobre a Coreia do Norte.

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