Oscar está livre para negociar com qualquer clube, ao menos por enquanto. Por decisão da juíza Eumara Nogueira Borges Lyra Pimenta, da 40ª Vara do Trabalho, o vínculo entre o meia e o clube, então válido até dezembro de 2012, foi novamente cancelado. A decisão precisa ser publicada no Diário Oficial, o que tende a acontecer em até uma semana.
- É um caso que deflagrou a conduta equivocada do São Paulo. O Poder Judiciário decidiu com base nos fatos e no contexto do caso. Isso ratifica tudo aquilo que saiu no começo do ano. A decisão acolheu a tese que foi colocada em relação aos abusos cometidos pelo clube, então os erros se tornaram evidentes - afirmou André Ribeiro, advogado do jogador.
Apesar do otimismo de Ribeiro, o caso ainda cabe recurso, como aconteceu em decisão no fim do ano passado. Na época, o Tricolor, com um efeito suspensivo, conseguiu inverter a situação e o atleta teve de se reapresentar. Oscar chegou a voltar a treinar no clube, mas depois sumiu novamente e não deu mais notíciais.
O departamento jurídico do Sampa ainda continua confiante de que vai conseguiu mudar a situação. O meia procurou a Justiça em dezembro de 2009 para rescindir seu contrato. O jovem (18) alegou que, aos 16 anos, foi coagido pelo clube a assinar contrato, reclamando ainda de atraso nos pagamentos de salário e FGTS desde quando completou 16 anos e prorrogou seu vínculo.
No início do ano, Diogo e Lucas Piazon também entraram na Justiça contra o São Paulo. O primeiro, que já estava no futebol profissional, alegou atraso de salário após reajuste. O segundo, da base, pediu desligamento. Ambos retornaram ao Sampa e prorrogaram os respectivos contratos.

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